O ser humano sempre gostou de pensar na quilo que haveria de acontecer, mesmo o homem das cavernas, dizem na teoria, desenhava imagens de animais, suas futuras caças, como um modo de garantir que aconteceria, para formar um objetivo.
Acho que esse processo pode ser facilmente chamado com preocupação. É claro que hoje, não só nos preocupamos com nossa caça (o dinheiro, ou sim... bem, sei lá), digamos que a nossa caça atual é mais complexa, demanda mais vertentes para ser concluída, e muitas vezes nem sabemos direito o que procuramos.
Talvez quanto mais complexa a sociedade mais complexa são as relações humanas, e mais o homem se preocupa com elas. Mas como não se importar? Não se preocupar? E deixar tudo pra lá? Não, não seria bom faze-lo, seria alienar-se. Ser “normal” , nem sempre é bom,só é mais confortável.
Proponho um equilíbrio: Não voltar a ser um homem de neandertal, ignorando o tempo em que vivemos, mas também, nada de encurvar como um macaco de preocupação, como admito que faço.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
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humm, entao nao estou sozinho..
ResponderExcluire sim, melhor é o equilibrio, mas andava bem desequilibrado..