domingo, 8 de novembro de 2009

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Tenho andado angustiada.. tanto que resolvi escrever. Talvez esteja angustiada porque eu quero estar.. Eu sei que parece estranho, mas as vezes a angustia parece menos pior que outros sentimentos. Tudo bem que não existe um ranking pra os piores sentimentos, mas certas vezes uns caem melhor que outros. Nesse momento é preferível que eu fiquei angustiada do que triste, ou confusa.. Eu acho. To confusa. Tá.. cheguei a conclusão que to pior do que eu achava. To maluca também.. tanto que até Michael Jackson eu fui ver... (o filme, não foi desdobramento não).
Por mais tranqüilo que o ano esteja tranquilo, é só alguém falar ‘cacete, a gente já tá no fim do ano’ que parece que o ano começar a trazer os típicos problemas de fim de ano. Eu não sei se é só comigo.. mas o fim de ano NUNCA é tranqüilo.. De repente tudo complica, dá problema, o tempo some, os dias passam a ter só 15hrs... (Falando em tempo, eu to comprando, pago à vista.)
Não tá dando.. tudo que eu queria era mato. Paz, tranqüilidade.. Mas se o CAp explodisse já tava bom pra mim.. Na verdade perfeito seria os flamenguistas e os professores ruins que existem dentro do CAp, e este sendo explodido. Tudo bem que eu perderia um autor do blog e outros flamenguistas especiais.. Mas quem sabe minha angustia não diminuia? Talvez não.. acho que daria lugar a tristeza.
Sempre o Flamengo...

segunda-feira, 27 de abril de 2009

E é algo pra se preocupar mesmo!

O ser humano sempre gostou de pensar na quilo que haveria de acontecer, mesmo o homem das cavernas, dizem na teoria, desenhava imagens de animais, suas futuras caças, como um modo de garantir que aconteceria, para formar um objetivo.
Acho que esse processo pode ser facilmente chamado com preocupação. É claro que hoje, não só nos preocupamos com nossa caça (o dinheiro, ou sim... bem, sei lá), digamos que a nossa caça atual é mais complexa, demanda mais vertentes para ser concluída, e muitas vezes nem sabemos direito o que procuramos.
Talvez quanto mais complexa a sociedade mais complexa são as relações humanas, e mais o homem se preocupa com elas. Mas como não se importar? Não se preocupar? E deixar tudo pra lá? Não, não seria bom faze-lo, seria alienar-se. Ser “normal” , nem sempre é bom,só é mais confortável.

Proponho um equilíbrio: Não voltar a ser um homem de neandertal, ignorando o tempo em que vivemos, mas também, nada de encurvar como um macaco de preocupação, como admito que faço.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A arte de se preocupar

Se eu não fosse uma pessoa tão preocupada certamente seria uma pessoa mais normal e teria menos problemas.
Mas o fato é que eu me preocupo. Com tudo. Das coisas mais banais até as mais urgentes.
Preocupo-me até com coisas que já sei de antemão que não admitem preocupação.

Essa preocupação toda pré ocupa a minha mente, impedindo que ela se ocupe com o momento presente.
E pra me deixar mais satisfeito, os resultados de todas as preocupações são quase sempre ineficientes...
Ou seja, eu perco o meu tempo e me prejudico por isso. Pra que??
Pra nada.
Acrescento apenas uma boa dose de ansiedade e angustia na minha vida.

Concluindo, ando me preocupando demais.
E isso me preocupa!!!

Preciso parar com isso.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sabe aquele medo?
Aquele que você disfarça com maestria
Que nem quem melhor te conhece consegue detectar
Que você abomina, recrimina, não admite
Sabe esse medo?

É ele que te anula
Que te deixa sem resposta
Que só se resolve depois do estrago

É ele que te desafia
Que te bate, sem nenhuma pena
E te deixa no chão

Você espera uma solução
Tudo que ele espera é uma reação
Na verdade ele exige
Bloqueia todos os lados
Pra te impedir de ignorar

Não deixa uma terceira opção
Ou toma coragem e adia essa agonia
Ou toma coragem e acena pro medo

Levanta do chão sem medo da altura
E recebe respostas
Consegue sair do lugar

Agora se olhar lá pra baixo
Verá que ele ficou pequeno
Que foi minguando e morreu
Que ele só queria a sua atenção

segunda-feira, 23 de março de 2009

L’amor.

Parece ridículo que alguém como eu, que sempre gostou das coisas racionais, venha a gostar de algo desmedido como esse tal de amor. Não é zombaria de minha parte, mas de amar tanto eu já não sei mais nem o quanto de amor eu ainda tenho. Melhor, parece que não tem fim.

Mas é claro... como eu já não haveria de ter pensado nisso? Esse tal sentimento não teria mesmo uma finitude. E por isso, tenha sido por vezes, ignorado ou posto em segunda mão por pessoas como eu, ou como a nossa outra vaquinha. Parece que coisas que tem um fim, são mais fáceis de entender. Do que esse tal de amor.

Por sua locação infinita, o amor encontra uma forma curiosa. Mesmo estando num mundo exato, como o das palavras, encontra um jeito de não aparecer definido. Ninguém parece entende-lo tão bem quanto os artistas que se aventuram a descrever o mesmo. Porque são estas as criaturas corajosas o suficiente para viajarem num mundo que nunca se atinge.

Parece ridículo alguém como eu, que sempre gostou de coisas racionais, venha a tentar usar dessa minha razão para entender o que sinto. Mas fiz um empréstimo a minha alma, tentei ser um pouco artista, e consegui comprar uma razão torta, razão esta de amar.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Título de cu é rola.

Estávamos nós fazendo a unha (sim, ainda temos vaidade), sentadas na cama, quando do meio de nossa fofoca (Lógico) surge a pergunta: Mas afinal, qual o significado da expressão ‘de cu é rola’. Eis que paramos, nos encaramos seriamente e depois de certa reflexão interna chegamos a seguinte conclusão: o que seria uma rola para um cu? Mas esse significado seria subjetivo, já que toma como pressuposto que a rola é algo ruim, o que nem para todos é. Ficando mais pulgadas atrás da orelhadas (neologismo é sempre bacana, neah?!) pensamos: Mas e o “É o caralho!”. Como naquelas situações que o professor vira e fala: “Vocês vão fazer aquelas 57 páginas para amanhã.”. Então automaticamente surge na sua cabeça: “Vou fazer? É o caralho!”. Mais uma conotação ruim para a dita cuja rola ou caralho. Parece que o Brasileiro realmente renega, ou faz questão de dar a pior conotação, mas ao mesmo tempo é usado pra cacete. Viajando um pouco mais podemos perceber nisso a completa confusão em que se encontra o povo brasileiro, que vai desde a escolha política até o uso do caralho (se é bom ou ruim) incluindo a localização (dentro ou fora do armário). Agora, o que geraria essa confusão é a sua formação patriarcal, machista, mas ao mesmo tempo com uma liberalidade carnal (dá-lhe Carnaval!), em que nos destacamos: a famosa festa da carne.

Realmente é uma característica do brasileiro, essa maldita dualidade.

Bem, para encerrar uma frase bem conclusiva de um amigo: Cu que não é meu, pau nele!



As duas.

sábado, 14 de março de 2009

Vacas!

Vaca é o símbolo de fertilidade em variadas culturas, a criação, a luz e também representa a natureza do homem e a sua capacidade de iluminação, no sentido da melhora do seu ser. Pode-se dizer que a vaca é um símbolo antigo de geração.

Já que adotamos este nome... Pensei em pesquisar mais sobre o significado da vaca. Por que não?
E parece que escolhemos bem. Cagada, de vaca.

E... Express poderia significar a efemeridade dos tempos de hoje, tempus fugit. Mas não, escolhemos porque soa bem.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sem piadas.

Não! Não Somos vacas;
Não gostamos de tirar leite;
Não temos chifres.

Foi simplesmente.. um nome!
Gostamos de Vacas, e a sonoridade do express me encanta.
Aliás, vaca pra mim é igual a bife! ;)
De fácil entendimento para nós, de difícil compreensão para vegans.
hahahahaha