domingo, 8 de novembro de 2009
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Por mais tranqüilo que o ano esteja tranquilo, é só alguém falar ‘cacete, a gente já tá no fim do ano’ que parece que o ano começar a trazer os típicos problemas de fim de ano. Eu não sei se é só comigo.. mas o fim de ano NUNCA é tranqüilo.. De repente tudo complica, dá problema, o tempo some, os dias passam a ter só 15hrs... (Falando em tempo, eu to comprando, pago à vista.)
Não tá dando.. tudo que eu queria era mato. Paz, tranqüilidade.. Mas se o CAp explodisse já tava bom pra mim.. Na verdade perfeito seria os flamenguistas e os professores ruins que existem dentro do CAp, e este sendo explodido. Tudo bem que eu perderia um autor do blog e outros flamenguistas especiais.. Mas quem sabe minha angustia não diminuia? Talvez não.. acho que daria lugar a tristeza.
Sempre o Flamengo...
segunda-feira, 27 de abril de 2009
E é algo pra se preocupar mesmo!
Acho que esse processo pode ser facilmente chamado com preocupação. É claro que hoje, não só nos preocupamos com nossa caça (o dinheiro, ou sim... bem, sei lá), digamos que a nossa caça atual é mais complexa, demanda mais vertentes para ser concluída, e muitas vezes nem sabemos direito o que procuramos.
Talvez quanto mais complexa a sociedade mais complexa são as relações humanas, e mais o homem se preocupa com elas. Mas como não se importar? Não se preocupar? E deixar tudo pra lá? Não, não seria bom faze-lo, seria alienar-se. Ser “normal” , nem sempre é bom,só é mais confortável.
Proponho um equilíbrio: Não voltar a ser um homem de neandertal, ignorando o tempo em que vivemos, mas também, nada de encurvar como um macaco de preocupação, como admito que faço.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
A arte de se preocupar
Mas o fato é que eu me preocupo. Com tudo. Das coisas mais banais até as mais urgentes.
Preocupo-me até com coisas que já sei de antemão que não admitem preocupação.
Essa preocupação toda pré ocupa a minha mente, impedindo que ela se ocupe com o momento presente.
E pra me deixar mais satisfeito, os resultados de todas as preocupações são quase sempre ineficientes...
Ou seja, eu perco o meu tempo e me prejudico por isso. Pra que??
Pra nada.
Acrescento apenas uma boa dose de ansiedade e angustia na minha vida.
Concluindo, ando me preocupando demais.
E isso me preocupa!!!
Preciso parar com isso.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Aquele que você disfarça com maestria
Que nem quem melhor te conhece consegue detectar
Que você abomina, recrimina, não admite
Sabe esse medo?
É ele que te anula
Que te deixa sem resposta
Que só se resolve depois do estrago
É ele que te desafia
Que te bate, sem nenhuma pena
E te deixa no chão
Você espera uma solução
Tudo que ele espera é uma reação
Na verdade ele exige
Bloqueia todos os lados
Pra te impedir de ignorar
Não deixa uma terceira opção
Ou toma coragem e adia essa agonia
Ou toma coragem e acena pro medo
Levanta do chão sem medo da altura
E recebe respostas
Consegue sair do lugar
Agora se olhar lá pra baixo
Verá que ele ficou pequeno
Que foi minguando e morreu
Que ele só queria a sua atenção
segunda-feira, 23 de março de 2009
L’amor.
Mas é claro... como eu já não haveria de ter pensado nisso? Esse tal sentimento não teria mesmo uma finitude. E por isso, tenha sido por vezes, ignorado ou posto em segunda mão por pessoas como eu, ou como a nossa outra vaquinha. Parece que coisas que tem um fim, são mais fáceis de entender. Do que esse tal de amor.
Por sua locação infinita, o amor encontra uma forma curiosa. Mesmo estando num mundo exato, como o das palavras, encontra um jeito de não aparecer definido. Ninguém parece entende-lo tão bem quanto os artistas que se aventuram a descrever o mesmo. Porque são estas as criaturas corajosas o suficiente para viajarem num mundo que nunca se atinge.
Parece ridículo alguém como eu, que sempre gostou de coisas racionais, venha a tentar usar dessa minha razão para entender o que sinto. Mas fiz um empréstimo a minha alma, tentei ser um pouco artista, e consegui comprar uma razão torta, razão esta de amar.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Título de cu é rola.
Estávamos nós fazendo a unha (sim, ainda temos vaidade), sentadas na cama, quando do meio de nossa fofoca (Lógico) surge a pergunta: Mas afinal, qual o significado da expressão ‘de cu é rola’. Eis que paramos, nos encaramos seriamente e depois de certa reflexão interna chegamos a seguinte conclusão: o que seria uma rola para um cu? Mas esse significado seria subjetivo, já que toma como pressuposto que a rola é algo ruim, o que nem para todos é. Ficando mais pulgadas atrás da orelhadas (neologismo é sempre bacana, neah?!) pensamos: Mas e o “É o caralho!”. Como naquelas situações que o professor vira e fala: “Vocês vão fazer aquelas 57 páginas para amanhã.”. Então automaticamente surge na sua cabeça: “Vou fazer? É o caralho!”. Mais uma conotação ruim para a dita cuja rola ou caralho. Parece que o Brasileiro realmente renega, ou faz questão de dar a pior conotação, mas ao mesmo tempo é usado pra cacete. Viajando um pouco mais podemos perceber nisso a completa confusão em que se encontra o povo brasileiro, que vai desde a escolha política até o uso do caralho (se é bom ou ruim) incluindo a localização (dentro ou fora do armário). Agora, o que geraria essa confusão é a sua formação patriarcal, machista, mas ao mesmo tempo com uma liberalidade carnal (dá-lhe Carnaval!), em que nos destacamos: a famosa festa da carne.
Realmente é uma característica do brasileiro, essa maldita dualidade.
Bem, para encerrar uma frase bem conclusiva de um amigo: Cu que não é meu, pau nele!
As duas.
sábado, 14 de março de 2009
Vacas!
Vaca é o símbolo de fertilidade em variadas culturas, a criação, a luz e também representa a natureza do homem e a sua capacidade de iluminação, no sentido da melhora do seu ser. Pode-se dizer que a vaca é um símbolo antigo de geração.
Já que adotamos este nome... Pensei em pesquisar mais sobre o significado da vaca. Por que não?
E parece que escolhemos bem. Cagada, de vaca.
E... Express poderia significar a efemeridade dos tempos de hoje, tempus fugit. Mas não, escolhemos porque soa bem.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Sem piadas.
Não gostamos de tirar leite;
Não temos chifres.
Foi simplesmente.. um nome!
Gostamos de Vacas, e a sonoridade do express me encanta.
Aliás, vaca pra mim é igual a bife! ;)
De fácil entendimento para nós, de difícil compreensão para vegans.
hahahahaha