segunda-feira, 23 de março de 2009

L’amor.

Parece ridículo que alguém como eu, que sempre gostou das coisas racionais, venha a gostar de algo desmedido como esse tal de amor. Não é zombaria de minha parte, mas de amar tanto eu já não sei mais nem o quanto de amor eu ainda tenho. Melhor, parece que não tem fim.

Mas é claro... como eu já não haveria de ter pensado nisso? Esse tal sentimento não teria mesmo uma finitude. E por isso, tenha sido por vezes, ignorado ou posto em segunda mão por pessoas como eu, ou como a nossa outra vaquinha. Parece que coisas que tem um fim, são mais fáceis de entender. Do que esse tal de amor.

Por sua locação infinita, o amor encontra uma forma curiosa. Mesmo estando num mundo exato, como o das palavras, encontra um jeito de não aparecer definido. Ninguém parece entende-lo tão bem quanto os artistas que se aventuram a descrever o mesmo. Porque são estas as criaturas corajosas o suficiente para viajarem num mundo que nunca se atinge.

Parece ridículo alguém como eu, que sempre gostou de coisas racionais, venha a tentar usar dessa minha razão para entender o que sinto. Mas fiz um empréstimo a minha alma, tentei ser um pouco artista, e consegui comprar uma razão torta, razão esta de amar.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Título de cu é rola.

Estávamos nós fazendo a unha (sim, ainda temos vaidade), sentadas na cama, quando do meio de nossa fofoca (Lógico) surge a pergunta: Mas afinal, qual o significado da expressão ‘de cu é rola’. Eis que paramos, nos encaramos seriamente e depois de certa reflexão interna chegamos a seguinte conclusão: o que seria uma rola para um cu? Mas esse significado seria subjetivo, já que toma como pressuposto que a rola é algo ruim, o que nem para todos é. Ficando mais pulgadas atrás da orelhadas (neologismo é sempre bacana, neah?!) pensamos: Mas e o “É o caralho!”. Como naquelas situações que o professor vira e fala: “Vocês vão fazer aquelas 57 páginas para amanhã.”. Então automaticamente surge na sua cabeça: “Vou fazer? É o caralho!”. Mais uma conotação ruim para a dita cuja rola ou caralho. Parece que o Brasileiro realmente renega, ou faz questão de dar a pior conotação, mas ao mesmo tempo é usado pra cacete. Viajando um pouco mais podemos perceber nisso a completa confusão em que se encontra o povo brasileiro, que vai desde a escolha política até o uso do caralho (se é bom ou ruim) incluindo a localização (dentro ou fora do armário). Agora, o que geraria essa confusão é a sua formação patriarcal, machista, mas ao mesmo tempo com uma liberalidade carnal (dá-lhe Carnaval!), em que nos destacamos: a famosa festa da carne.

Realmente é uma característica do brasileiro, essa maldita dualidade.

Bem, para encerrar uma frase bem conclusiva de um amigo: Cu que não é meu, pau nele!



As duas.

sábado, 14 de março de 2009

Vacas!

Vaca é o símbolo de fertilidade em variadas culturas, a criação, a luz e também representa a natureza do homem e a sua capacidade de iluminação, no sentido da melhora do seu ser. Pode-se dizer que a vaca é um símbolo antigo de geração.

Já que adotamos este nome... Pensei em pesquisar mais sobre o significado da vaca. Por que não?
E parece que escolhemos bem. Cagada, de vaca.

E... Express poderia significar a efemeridade dos tempos de hoje, tempus fugit. Mas não, escolhemos porque soa bem.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sem piadas.

Não! Não Somos vacas;
Não gostamos de tirar leite;
Não temos chifres.

Foi simplesmente.. um nome!
Gostamos de Vacas, e a sonoridade do express me encanta.
Aliás, vaca pra mim é igual a bife! ;)
De fácil entendimento para nós, de difícil compreensão para vegans.
hahahahaha