Estávamos nós fazendo a unha (sim, ainda temos vaidade), sentadas na cama, quando do meio de nossa fofoca (Lógico) surge a pergunta: Mas afinal, qual o significado da expressão ‘de cu é rola’. Eis que paramos, nos encaramos seriamente e depois de certa reflexão interna chegamos a seguinte conclusão: o que seria uma rola para um cu? Mas esse significado seria subjetivo, já que toma como pressuposto que a rola é algo ruim, o que nem para todos é. Ficando mais pulgadas atrás da orelhadas (neologismo é sempre bacana, neah?!) pensamos: Mas e o “É o caralho!”. Como naquelas situações que o professor vira e fala: “Vocês vão fazer aquelas 57 páginas para amanhã.”. Então automaticamente surge na sua cabeça: “Vou fazer? É o caralho!”. Mais uma conotação ruim para a dita cuja rola ou caralho. Parece que o Brasileiro realmente renega, ou faz questão de dar a pior conotação, mas ao mesmo tempo é usado pra cacete. Viajando um pouco mais podemos perceber nisso a completa confusão em que se encontra o povo brasileiro, que vai desde a escolha política até o uso do caralho (se é bom ou ruim) incluindo a localização (dentro ou fora do armário). Agora, o que geraria essa confusão é a sua formação patriarcal, machista, mas ao mesmo tempo com uma liberalidade carnal (dá-lhe Carnaval!), em que nos destacamos: a famosa festa da carne.
Realmente é uma característica do brasileiro, essa maldita dualidade.
Bem, para encerrar uma frase bem conclusiva de um amigo: Cu que não é meu, pau nele!
As duas.
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